EUA, França e Reino Unido são membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU que solicitaram a reunião
Divulgação/ONU
EUA, França e Reino Unido são membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU que solicitaram a reunião

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas vai se reunir nesta segunda-feira (4) com o objetivo de analisar o novo teste nuclear da Coreia do Norte. A reunião, que acontecerá às 10h locais (11h de Brasília), foi solicitada por Estados Unidos, França, Reino Unido, Japão e Coreia do Sul, segundo a missão norte-americana na ONU.

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A reunião da ONU acontece um dia depois de o regime norte-coreano ter garantido que detonou "com sucesso total" uma bomba de hidrogênio que poderia ser instalada em um míssil intercontinental.

Entre os países que solicitaram a reunião, três são membros permanentes do Conselho de Segurança (EUA, França e Reino Unido). O Japão ocupa um posto não permanente nesse órgão até o fim deste ano.

A última reunião de urgência sobre a Coreia do Norte havia acontecido no dia 29 de agosto devido ao lançamento de um novo míssil por parte do regime de Kim Jong-un. No dia 5 de agosto, o Conselho aprovou por unanimidade uma resolução com novas sanções econômicas contra a Coreia do Norte pelos seus testes nucleares e balísticos.

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O novo teste nuclear do país foi criticado pelo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres. Ele também reiterou seu desejo para que o regime de Kim Jong-un interrompa suas ações armamentistas.

"Este ato é outra violação das obrigações internacionais da DPRK (sigla em inglês para República Democrática Popular da Coreia, o nome oficial do país) e solapa os esforços de não proliferação e desarmamento", afirmou Guterres por meio de comunicado enviado por seu porta-voz.

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O diplomata português ainda acusou a Coreia do Norte de ser o "único país que segue rompendo a norma contra os testes de detonações nucleares". O secretário-geral da ONU reiterou seus pedidos ao regime de Kim Jong-un para que interrompa suas ações armamentistas e "cumpra totalmente" com as resoluções que lhe foram impostas pelo Conselho de Segurança, e indicou que está em contato "com todas as partes".

*Com informações da Agência Brasil

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