Presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles
Reprodução: iG Minas Gerais
Presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles

O governo federal anunciou, nesta sexta-feira (23), o corte de R$ 240 milhões no orçamento geral dedicado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA). A redução de verba ocorre apenas um dia depois do presidente Jair Bolsonaro (sem partido)  dizer a 40 líderes mundiais, na Cúpula do Clima, que dobraria os repasses às áreas de fiscalização ambiental.

O corte do governo federal afeta programas essenciais de proteção ao meio ambiente conduzidos pelo Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) e pelo Ibama .

Do Ibama, serão retirados R$ 19,4 milhões; 11,6 milhões se referem ao controle e à fiscalização ambienta realizadas pelos órgãos. 

O governo retirou, ainda, R$ 6 milhões de ações que visam prevenir e controlar incêndios florestais.

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No ICMBIO, houve corte de R$ 7 milhões na criação, gestão e implementação de unidades de conservação. Já o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, teve R$ 4,5 milhões cortados.

A maior redução orçamentária fica por conta do programa para melhoria da qualidade ambiental urbana, comandada pelo Ministério do Meio Ambiente: deste, foram retirados R$ 203 milhões.

Ao Estadão, o ministro Ricardo Salles , do Meio Ambiente, disse que o assunto será tratado com o Ministério da Economia, comandado por Paulo Guedes.

 “Essa parte de adequação dos valores precisaremos ver com o ministro Paulo Guedes (...) Deveríamos zerar qualquer corte e fazer o ajuste pelo dobro do previsto.”

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