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Segundo Ministério da Saúde, casos prováveis de dengue tiveram redução de 90% nos primeiros meses do ano, passando de 1,18 milhão para 113 mil

Mosquito Aedes aegypti é o responsável pela transmissão dos vírus da dengue, da zika e da febre chikungunya
Pixabay
Mosquito Aedes aegypti é o responsável pela transmissão dos vírus da dengue, da zika e da febre chikungunya

O número de casos suspeitos de dengue, zika vírus e febre chikunguya apresentou queda nos primeiros meses de 2017, informou nesta segunda-feira (8) o Ministério da Saúde.

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De acordo com os dados do governo, foi contabilizado até o dia 15 de abril um total de 113.381 casos prováveis de dengue , número que representa queda de 90% em relação às suspeitas verificadas no mesmo período do ano passado (1,18 milhão). 

Já em relação aos casos de febre chinkunguya, o Ministério da Saúde registrou 43.010 casos prováveis, enquanto o número de relatos no mesmo período de 2016 dava conta de 135 mil casos suspeitos.

Até o dia 15 de abril, foram registrados também 7.911 possíveis casos de zika vírus em todo o País, redução de aproximadamente 80% na comparação com o ano passado, quando houve 170.535 casos prováveis no mesmo período.

O estado com maior número de casos suspeitos de dengue no início deste ano foi Goiás, que registrou incidência de 281,3 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que há epidemia quando um local registra ao menos 300 casos (confirmados) a cada 100 mil moradores. Em São Paulo, estado mais populoso do País, foi verificada a taxa de incidência de 18,4 a cada grupo de 100 mil pessoas.

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Mortes

O Ministério da Saúde informou também nesta segunda-feira que, de janeiro ao dia 15 de abril deste ano, foram confirmadas as mortes de 17 pessoas em decorrência da dengue em todo o País. Outros 124 óbitos ainda são investigados, portanto esse número ainda pode subir. Já a febre chikungunya, que também é transmitida pelo mosquito Aedes aegupti , já matou sete pessoas no Brasil em 2017 (todas as mortes verificadas entre janeiro e fevereiro). Há ainda 38 casos sendo investigados.

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