
O terceiro dia da COP30, em Belém, começou com filas e reforço na segurança na entrada da Zona Azul, onde ocorrem as negociações oficiais. O acesso foi lento para delegações, trabalhadores e voluntários, após um protesto na noite anterior que resultou em duas pessoas levemente feridas, incluindo um segurança.
Entre os principais temas do dia estiveram a descarbonização, meta central do Acordo de Paris, os direitos humanos e a poluição nos mares. A Anistia Internacional lançou um relatório alertando que projetos de combustíveis fósseis podem afetar mais de 2 bilhões de pessoas, reforçando a urgência de cumprir os compromissos climáticos. Representantes de comunidades pesqueiras também denunciaram os impactos ambientais nas águas brasileiras.
Mesmo com a rotina intensa, o evento abriu espaço para reflexão sobre o legado da conferência. “O processo pode ser lento, mas estamos progredindo e o Acordo de Paris ainda está muito vivo”, afirmou a delegada Emese Judit Kormanska-Nyitrai, do Chipre. As discussões seguem envolvendo líderes, organizações e comunidades locais em busca de soluções para a crise climática.
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