Jair Bolsonaro e Valdemar Costa Neto
Reprodução/PL
Jair Bolsonaro e Valdemar Costa Neto

A posse do presidente Jair Bolsonaro no PL, que ocorre na manhã desta terça-feira , será prestigiada por ao menos sete ministros do governo federal, membros do segundo escalão, parlamentares aliados e um governador.

O acesso ao evento foi limitado a autoridades e presidentes estaduais do partido. Profissionais da imprensa e assessores não puderam entrar no auditório. 

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Uma das autoridades na chegada mais celebradas foi o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, que tem sido estimulado por Bolsonaro a se filiar ao PL para concorrer ao governo de São Paulo. Aos gritos de "futuro governador de São Paulo", Tarcísio não confirmou a candidatura e limitou-se a dizer que não filiará ao partido hoje.

Já o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, disse que só não formaliza a entrada na sigla nesta terça por causa da lei eleitoral. Deputado federal licenciado, ele pretende disputar o governo do Rio Grande do Sul.

Também estão presentes os ministros Flávia Arruda (Secretaria de Governo, única que já é filiada ao PL), João Roma (Cidadania), Paulo Guedes (Economia), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) e Bento Albuquerque (Minas e Energia).

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Membros do segundo escalão também estão presentes, como a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, conhecida como "capitã Cloroquina"; o secretário da Pesca, Jorge Seif; e o presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo.

Mayra Pinheiro, cotada para se candidatar a deputada federal, disse que só decidirá seu futuro político após uma conversa com o presidente da República.

"Se o presidente determinar que eu siga no ministério, seguirei. A pretensão política vem depois. Em breve vou conversar com o presidente", disse Mayra.

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Camargo disse que não tem pretensão se filiar, nem ouviu um pedido do presidente para isso. Seif, por sua vez, já é filiado ao PL, e pode se candidatar a senador ou deputado.

O governador de Roraima, Antonio Denarium, também compareceu ao evento. Eleito junto com Bolsonaro pelo PSL, Denarium deixou o partido junto com o presidente, em 2019, e também está sem legenda. Ele disse que definirá seu futuro político junto com Bolsonaro.

O senador Eduardo Gomes (MDB-TO), líder do governo no Congresso Nacional, diz que a filiação faz com que Bolsonaro chegue mais forte ao ano eleitoral.

"Ele agora passa a ter uma agenda de candidato a reeleição."

Alguns dos principais deputados aliados de Bolsonaro na Câmara estão presentes, como Bia Kicis (PSL-DF), Vitor Hugo (PSL-GO), Nelson Barbudo (PSL-MT) e Bibo Nunes (PSL-RS).

Também compareceram aliados no estados, como os deputado estaduais Bruno Engler (MG) e Frederico D'Ávila (SP).

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