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Rossieli Soares, secretário da Educação de São Paulo

Na tarde desta segunda-feira (4), o secretário estadual de Educação , Rossieli Soares , defendeu o retorno obrigatório das  aulas presenciais em São Paulo , com exceções para alunos e profissionais que pertençam a algum grupo de risco. As informações foram dadas pelo G1 .

Em entrevista à EPTV , Soares destacou que a decisão sobre a obrigatoriedade cabe ao conselho, que discutirá o assunto no dia 13 de janeiro.

"Aquilo que o Conselho Estadual definir segue como regra. O conselho vai decidir se é obrigatório a presença do estudante. A ideia é que agora nós tenhamos a obrigatoriedade do retorno ”, afirmou.

“Mas aquele que tiver um atestado de que faz parte do grupo de risco não precisará voltar, assim como os profissionais, se tiverem atestado médico, também podem continuar fazendo o trabalho remoto", explicou o secretário.

Rossieli Soares disse que a previsão de retorno da rede estadual de ensino é para o dia 1º de fevereiro. Ele defende que a volta às aulas não pode estar atrelada à vacinação de professores.

No dia 18 de dezembro de 2020, o governo estadual definiu que, mesmo que os municípios regressem para a fase vermelha do Plano São Paulo, a volta às aulas presenciais da educação básica permanecerá autorizada. No caso do ensino superior, a abertura está condicionada à fase amarela de cada região. 

De acordo com a Secretaria Estadual de Educação , cada prefeito terá autonomia para vetar ou não a volta presencial. Nas cidades onde for seguida a orientação estadual de retorno, todas as escolas deverão reabrir e a volta dos alunos será obrigatória.

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