Em março, 16% dos ônibus foram considerados com equipamentos em más condições.
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Em março, 16% dos ônibus foram considerados com equipamentos em más condições.

No Estado de São Paulo, 180 mil estudantes da rede pública de Ensino podem utilizar ônibus escolares para sua locomoção diária. No entanto, em muitos casos o transporte é precário. É o que verifica o  Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP) em fiscalização surpresa, nesta quinta (26), a 269 escolas em 218 cidades.

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As visitas começaram às 6h e têm como objetivo examinar se houve melhorias após fiscalização realizada no começo do ano – há exatos seis meses atrás, em 26 de março.

O Presidente do TCE , Antonio Roque Citadini, disse ao jornal Folha de S. Paulo que na fiscalização de março foi constatado um quadro preocupante, com muitas irregularidades. As escolas foram notificadas e tiveram um semestre completo para mudar a situação dos ônibus.

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Até agora, porém, os 300 agentes que participam da fiscalização encontraram um cenário muito semelhante ao da verificação anterior.

Foram reportados casos de ônibus sem cinto ou com travas dos cintos sem funcionamento, pneus gastos, janelas quebras, extintores vencidos, goteiras e veículos em ‘péssimas condições’.

 “Houve tempo hábil, metade do ano, para corrigir os problemas encontrados. Agora queremos saber quem é que se empenhou e se ainda persistem as falhas”, afirmou o presidente do TCE.

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Em março, 16% dos ônibus examinados foram considerados com equipamentos em más condições. Além disso, 48% dos estudantes não utilizava cinto de segurança e foram encontrados muitos casos de superlotação em que alunos eram transportados em pé.

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