E se o galo não quiser ser galinha?
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E se o galo não quiser ser galinha?

Cientistas  conseguiram manipular um embrião animal de forma a escolher o sexo do filhote numa fase muito precoce da formação de vida. Argumentam que a tecnologia pode salvar milhões de animais e poupar sofrimento desnecessário a tantos mais.

Uma tecnologia de manipulação de embriões desenvolvida por cientistas britânicos em laboratório permite decidir o sexo dos filhotes antes do nascimento. Anunciada na revista académica Natura Communications, esta técnica desativa um gene envolvido no desenvolvimento embrionário, numa fase muito precoce da evolução da vida, entre as 16 e as 32 células.

Segundo os meios de comunicação, "cientistas mudam sexo de animais ainda no embrião para evitar sofrimento desnecessário". Tudo isto é possível, amigo leitor, porque um gene é desativado.

Como é do conhecimento geral, apenas existem dois genes. O gene macho e o gene fêmea e tudo o que vá além disso é pura manipulação humana de laboratório.

Foi há 25 anos que a ficção se tornou realidade e nasceu a ovelha Dolly.

Dolly ficou para a história como o primeiro mamífero clonado a nascer através da transferência nuclear de uma célula adulta, abrindo, assim, a porta para uma série de potencialidades na biologia e na medicina, algumas das quais assustadoras para muitos.

"Foi extraordinária no mundo todo", especialmente com críticas à interpretação de que o ser humano estava "brincando de Deus".

Amigo leitor continue a acompanhar-me.

Gene macho e gene fêmea; desativar um gene; manipulação genética; laboratórios; ideologia do género… Depois vamos até Famalicão em Portugal.

Mas voltando ao nosso tema: "E se o galo não quiser ser galinha?"

Numa primeira fase, esta técnica poderia reduzir o total de ratos de laboratório mortos à nascença, porque não têm o gênero necessário a determinada investigação. James Turner, do Instituto Francis Crick, em Londres, identificou cerca de 25 mil estudos que requerem ratos de laboratório, ora machos ora fêmeas. "O número varia, consoante os casos, mas esta técnica poderia ter um impacto valioso e imediato nos laboratórios científicos", disse, também à BBC.

O argumento de poupar vidas e sofrimento aos animais amaciou as dúvidas sobre a manipulação genética da Compaixão do Mundo Agrícola. "Apoiamos o uso desta técnica para promover o bem-estar animal, como por exemplo para garantir que os aviários apenas criam galinhas, evitando a morte de milhares de galos", disse Peter Stevenson, consultor principal daquela associação de defesa animal.

Escola Camilo Castelo Branco em Famalicão.

Aulas de Cidadania. O laboratório da Ideologia do Género da agenda da esquerda do governo de António Costa, Portugal. Lugar aonde na adolescência os nossos pintainhos (Tiago e Rafael de 12 e 15 anos) podem decidir o que querem ser no futuro.

Disciplina da cidadania; Portugal
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Disciplina da cidadania; Portugal


O Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga ajuizou a favor da providência cautelar e os dois alunos de Famalicão podem continuar o ano letivo nos níveis para os quais progrediram, à espera da decisão da ação principal.

Entretanto, os filhos (Tiago e Rafael) não frequentaram a disciplina, acumulando faltas injustificadas.

É evidente que a educação é do fórum parental (pai e mãe) ou dos encarregados de educação.

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O lugar da escola é o de ensinar e o lugar de educar compete em absoluto aos pais.

Perante a retenção por faltas, o estabelecimento de ensino foi apresentando vários planos de recuperação de aprendizagem, recusados pelos pais do Tiago e do Rafael.

"Na nossa perspetiva, Cidadania devia obedecer aos mesmos critérios de Religião Moral e ser uma disciplina de opção. Tem conteúdos importantes como a preservação do meio ambiente, mas outros que veiculam certas concessões do mundo e da vida que dão lugar à objeção de consciência", defende João Pacheco Amorim.

Entretanto, o Chega, de André Ventura, continua a afirmar que "estará sempre na defesa das famílias". Cabe à família a educar os seus filhos e cabe ao Estado auxiliar as famílias neste papel e não o contrário.

O Estado não se substitui às famílias, nem a escola deve ser lugar definidor de uma determinada moral ou de um sistema de valores. A escola não pode ser um lugar que promova a descriminação e a marginalização de alunos como forma de combater as crenças morais ou ideológicas dos pais desses alunos.

O Chega tem acompanhado o caso da família Mesquita Guimarães de Famalicão e está ao seu lado e manifesta publicamente total apoio nesta dura batalha. "Estaremos sempre no combate pela liberdade de educação dos pais para com os seus filhos".

Mesquita Guimarães, pai do Tiago e do Rafael
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Mesquita Guimarães, pai do Tiago e do Rafael


Filhos do Estado, Nunca!

O caso têm feito correr muita tinta e várias personalidades defenderam a posição de Artur Guimarães, através de um manifesto, apresentado ao presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Do documento com centenas de assinaturas constam nomes como o do ex-primeiro ministro, Passos Coelho ou o do antigo presidente Cavaco Silva.

Amigo leitor, o objetivo da 'ideologia do gênero' é a destruição da família.

A família nasceu no coração de Deus e não num laboratório. Uma sociedade sem a família tradicional, digo bíblica, não tem futuro.

Existe uma luta titânica entre a direita e a esquerda, entre o bem e o mal.

São os princípios judaico cristãos que continuam a ser a medida padrão da nossa sociedade que teimosamente irá continuar a dizer 'Chega' a todos os principio marxistas que nos querem impor.


Também, amigo leitor, estou manifestamente contra o conceito de líderes cristãos, quer na vertente católica apostólica romana (sul da Europa) ou na vertente protestante luterana (norte da Europa) ou evangélica (Brasil, Portugal e Angola) continuarem preconceituosamente a não ensinarem ao povo que a esquerda maligna pretende roubar os seus filhos, tradições, cultura e identidade.

Termino este artigo com as palavras de George Washington que disse ser "impossível governar bem o mundo sem Deus e sem a Bíblia".

Eu digo 'Chega' há manipulação dos nossos "pintainhos".

Davide Pereira.
Finlândia.

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