Buraco na Camada de Ozônio
Reprodução/Twitter
Imagem foi captada no dia 27 de setembro.

Um grupo de pesquisadores do Serviço de Monitoramento da Atmosfera Copernicus, da União Europeia, informaram que o buraco de ozônio que fica na região da Antártica chegou à sua maior extensão no ano: 23 milhões de quilômetros quadrados. Isso faz com que o buraco tenha mais do que o dobro do tamanho dos Estados Unidos, que tem uma área total de 9.8 milhões km².

Com o novo tamanho, ele se torna um dos maiores e mais profundos buracos registrados na região nos últimos 15 anos. O buraco ocorre todo ano entre os meses de setembro e dezembro. Seu tamanho varia anualmente e é influenciado por eventos climáticos.

A abertura é resultando da emissão de produtos químicos em excesso, o que destrói a camada de ozônio. Equipamentos como geladeiras e ar-condicionado utilizados no século XX ainda seguem fazendo efeito na camada.

Apesar do grande tamanho, o cientista-chefe da Divisão de Ciências da Terra na NASA, Paul Newman, disse ao site Mashable que o buraco é 3 ou 4 milhões de quilômetros quadrados menor do que 20 anos atrás. Ele ressaltou, porém, que o problema afetará a Terra ao longo das próximas décadas.

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