Tamanho do texto

Operação Pacto de Fogo tem como objetivo coletar provas de suposta associação criminosa que planejava ataques por aplicativos de mensagens

Queimadas na Amazônia arrow-options
Fotos Públicas
Incêndios criminosos foram revelados pela imprensa em agosto

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (22) a Operação "Pacto de Fogo" , que tem como objetivo coletar provas de que uma suposta associação criminosa de incendiários combinavam queimadas de florestas da Amazônia por aplicativos de mensagens.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em residências e estabelecimentos ligados aos suspeitos em Novo Progresso, no Pará, para alcançar "novos elementos de informação sobre os crimes em apuração".

Leia também: PF vai investigar grupo que teria planejado incêndios na Amazônia

As investigações da PF começaram após a revista Globo Rural revelar que fazendeiros e produtores rurais da região de Novo Progresso teriam combinado a execução do chamado ‘Dia do Fogo’.

Segundo a matéria, mais de 70 pessoas, entre sindicalistas, produtores rurais, comerciantes e grileiros combinaram, por meio de um grupo de WhatsApp, incendiar as margens da BR-63. A rodovia liga a região do Pará aos portos fluviais do Rio Tapajós e ao estado de Mato Grosso.