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Cientistas afirmam que asteroide chamado 2018 DV1 não apresenta riscos a humanidade, sem possibilidades de colisão

Um asteroide gigante passará a 111.300 quilômetros da Terra na madrugada deste sábado (3), menos de um terço da distância que separa o planeta e a Lua . Segundo astrônomos, o corpo rochoso chamado 2018 DV1 não apresenta riscos à humanidade, ou seja, não há possibilidade de colisão.

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Informações do Laboratório Jet Propulsion, da Agência Espacial Americana (Nasa), apontam que o asteroide tem entre cinco e 12 metros, o que equivale ao tamanho de um ônibus. Ele viajará a uma velocidade de 6,5 quilômetros por segundo, e se aproximará do nosso planeta por volta das 2h54 da madrugada, no horário de Brasília.

Identificado na segunda-feira (26) com a ajuda do telescópio Mount Lemmon Survey , é o 18º corpo rochoso que sobrevoará a órbita terrestre a uma distância lunar desde o início deste ano, classificado, assim, como Objeto Próximo da Terra (NEO).

Estudiosos estimam que aproximação da rocha com atmosfera terrestre auxilie a complementar dados coletados em pesquisas recentes, confirmando massa, composição e tamanho, por meio de seu movimento de rotação.

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Vale mencionar que o trajeto percorrido pelo fenômeno será monitorado por telescópios de diferentes partes do mundo, podendo ainda ser acompanhado pela internet, com recursos do Projeto Virtual 2.0, do Observatório Tenagra, localizado no Arizona, Estados Unidos.

Técnicas de proteção

Também por meio da “passagem” do asteroide, a Nasa pretende descobrir métodos de diminuir os danos causados por uma possível colisão, já que, atualmente, não há nenhum tipo de tecnologia ou estratégia capaz de desviar essas rochas de variados tamanhos do planeta Terra.

A equipe ressalta que o Teste de Redirecionamento de Asteroides (DART) está em período de testes, e que, por isso, ainda não pode ser considerado uma forma de combater os perigos apresentados por fenômenos semelhantes.

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Na mesma linha de desenvolvimento, está uma nave espacia l programada para evitar que um asteroide venha a atingir o planeta. De acordo com o Daily Mail , os estudiosos afirmaram que o primeiro teste do aparelho que servirá como uma barreira protetora está marcado para 2024, estreando as missões que tem como intuito executar técnicas de deflexão de asteroides.

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