
A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) está realizando operações em 27 comunidades diferentes do estado, em busca de combater a expansão territorial da facção Comando Vermelho (CV). Até o momento, duas pessoas foram baleadas, uma foi presa e armas e drogas foram apreendidas.
Em nota, a corporação informou ao iG que as operações estão focadas em intensificar a presença policial nas áreas estratégicas, interromper disputas territoriais entre grupos criminosos, combater roubos de veículos e de cargas, cumprir mandados de prisão, apreender armas e drogas, recuperar veículos roubados ou clonados e retirar barricadas.
A ofensiva, conta com 27 batalhões da Polícia com unidades do Comando de Operações Especiais (COE) e os oito Comandos de Policiamento de Área (CPAs).Ações em andamento
Segundo a Polícia Militar, o Batalhão de Operações Especiais (BOPE) uma ação no Andaraí, na Greande Tijuca, com foco na repressão às disputas territoriais e na interrupção dos confrontos entre grupos criminosos que atuam na região.
Na Zona Oeste, o 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) realiza operação nas comunidades do Pombo Sem Asa e Canal.O 14º BPM (Bangu) também realiza uma operação na Zona Oeste, em comunidades da Vila Vintém, Batan e localidades adjacentes.Fuzil apreendido e prisão realizada
Entre os principais resultados registrados até o momento informado ao iG, está a apreensão de um fuzil AR-10 e a prisão de um homem suspeito de envolvimento na morte de um policial militar, durante a atuação do 16º BPM (Olaria) nas comunidades do Quitungo e Guaporé, na Zona Norte do Rio.

Durante a ação, equipes do batalhão foram alvo de disparos de arma de fogo. Após um breve confronto, os policiais realizaram um cerco e vasculhamento na região, localizando um homem, conhecido como “Coquinho”, que estava em posse de um fuzil AR-10.
Confronto na cidade de Deus registra dois feridos
Segundo informou a PMERJ ao iG, durante a ofensiva na Zona Oeste, realizada pelo 18º BPM (Jacarepaguá), na Cidade de Deus, equipes do Grupamento de Ações Táticas (GAT) foram alvo de disparos de arma de fogo por criminosos que estavam em uma área de mata.
