Alexandre Ramagem foi condenado pela maioria dos ministros da Primeira Turma do STF, por ter utilizado seu cargo como diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), para auxiliar ataques de Bolsonaro contra as urnas eletrônicas
Reprodução/Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Alexandre Ramagem foi condenado pela maioria dos ministros da Primeira Turma do STF, por ter utilizado seu cargo como diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), para auxiliar ataques de Bolsonaro contra as urnas eletrônicas

Nesta segunda-feira (22), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes determinou a retomada do processo contra o ex-deputado Alexandre Ramagem por participação na trama golpista

A medida veio após Ramagem ter o mandato cassado, na última quinta-feira (18). Ele está foragido, desde o mês de setembro, nos Estados Unidos após ser condenado pelo STF a 16 anos de prisão.

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Com a perda do mandado, o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin),  volta a responder pelos crimes e pode ser condenado novamente. 

Para a retomada do processo, Alexandre de Moraes marcou uma audiência de instrução, prevista para 5 de fevereiro de 2026. Na ocasião, serão ouvidas as testemunhasa pontadas pela acusação, representada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), e defesa do ex-deputado. 

Mandato cassado

A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu, na última quinta-feira (18), decretar a perda de mandato de Alexandre Ramagem (PL). Além dele, Eduardo Bolsonaro (PL) foi cassado

Ramagem foi destituído do cargo em cumprimento a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que condenou o então ex-parlamentar à perda do mandato e a 16 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Foragido, ele tem um pedido de extradição expedido pelo Ministério da Justiça. 





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