Tentativa de resposta ao eleitorado ocorre após a Comissão Especial da Câmara rejeitar a proposta por 23 votos contrários e 11 favoráveis
Agência Brasil
Tentativa de resposta ao eleitorado ocorre após a Comissão Especial da Câmara rejeitar a proposta por 23 votos contrários e 11 favoráveis

Em meio a um cenário de crise entre os poderes Excecutivo e Judiciário, o Legislativo busca um 'meio termo' em relação a mudanças no sistema eleitoral. Aliados do governo Bolsonaro passaram a articular, na manhã desta sexta-feira (06), uma 'mudança mínima' nas urnas eletrônicas visando as eleições de 2022 . As informações são da jornalista Camila Mattoso.

Um dos principais líderes que buscam costurar este acordo é o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que procura acalmar os ânimos entre os poderes e sinalizar que uma mudança mínima no sistema eleitoral seria benéfico.

Um dos caminhos que norteiam Lira é uma ideia que já teve aceitação da maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF): o de aumentar a porcentagem de urnas eletrônicas que passam por testes de integridade antes das eleições.

O problema é que, em decorrência dos sucessivos ataques do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao sistema de votação e ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luiz Roberto Barroso, a resposta dada aos interlocutores do Planalto é a de que o temperamento de Jair impede que as conversas se iniciem.


Há a expectativa no 'núcleo-duro' do governo de que Arthur Lira (PP-AL) e Ciro Nogueira (PP-PI) encabecem esta missão e sejam os principais articuladores, dialogando com o STF e procurando viabilizar uma alteração mínima no sistema eleitoral como forma de dar uma resposta aos eleitores 'bolsonaristas'.

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