Presidente Jair Bolsonaro e o líder de seu governo na Câmara, o deputado Ricardo Barros
Foto: Alan Santos/PR
Presidente Jair Bolsonaro e o líder de seu governo na Câmara, o deputado Ricardo Barros

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na manhã da última segunda-feira (05), realizou um pedido aos senadores membros da CPI da Covid para que ouçam o líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (Progressistas-PR) . Aos apoiadores, o capitão afirmou que a comissão de inquérito trata-se de um "jogo de poder" de pessoas "idiotas".

Na saída do Palácio do Alvorada, Bolsonaro ressaltou que "Ricardo Barros quer falar. A CPI não quer mais ouvir ele (sic). Deixa ele falar! Estão acusando que ele fez algo de errado, deixa ele depor na CPI. Interessa ouvir (só) o que interessa para eles".

Barros é acusado de integrar um esquema irregular de um suposto superfaturamento na compra das vacinas indianas Covaxin . A denúncia foi realizada pelos irmãos Miranda - que o 'delatou' em depoimento na CPI da Covid, na sexta-feira, dia 25 de junho.


Inicialmente, o depoimento de Ricardo estava agendado para a próxima quinta-feira (08), porém foi adiado sem data definida. Com isso, Barros entrou com um pedido no  Supremo Tribunal Federal (STF) para ser ouvido pelos senadores "o quanto antes". O ministro Ricardo Lewandowski , então, deu à mesa diretora da CPI cinco dias para que a comissão se manifeste sobre a oitiva do do líder do govero Bolsonaro na Casa.

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