Bolsonaro faz discurso citanto
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Bolsonaro faz discurso citanto "supernotificação" de mortes por Covid-19 e "relatório paralelo" do TCU


Em frente ao obelisco do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez um discurso ao final da  "motociata" que aconteceu neste sábado (12). "Vocês me autorizaram quando votaram em mim em 2014", disse Bolsonaro, afirmando que "existe mais de uma maneira de se perder a vida", dando a entender que há outras causas de morte que não a Covid-19.

Bolsonaro disse que é preciso ver o que aconteceu em países vizinhos ao Brasil. "Lamentamos e muito o que aconteceu na Venezuela. Hoje existem milhares de venezuelanos em Pacaraima [Roraima] para serem interiorizados. Como nós, eles fugiram da demagogia, da ditadura, da opressão e da violência". afirmou.

"O socialismo e comunismo é muito bom para quem está no poder, para a cúpula que organiza aquele país. Não para o resto, para o povo todo, até para aqueles que defendem na rua, que me chamam de genocida, mas nem sabem o que é isso", disse Bolsonaro.

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Ele também voltou a insinuar que haja, no Brasil, uma "supernotificação" de casos de Covid-19, citando o suposto relatório paralelo da TCU. "Quem aqui nunca ficou sabendo de pessoas que revelaram que seu ente querido faleceu de outra doença, mas quiseram ou colocaram na certidão de óbito Covid".

Bolsonaro disse que, caso se comprove que há "supernotificação", o Brasil passaria a ser o país com o menor índice de mortes por Covid-19. "E onde está o segredo disso? Está no tratamento precoce!", disse, citando o tratamento com cloroquina e ivermectina,  que tem ineficácia comprovada contra a doença.

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