Mãe e padrasto não compareceram à reprodução simulada realizada nesta quinta-feira (01)
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Mãe e padrasto não compareceram à reprodução simulada realizada nesta quinta-feira (01)

O laudo da reprodução simulada realizada nesta quinta-feira (01) no apartamento onde Henry Borel Medeiros morava com a mãe e o padrasto deve ser entregue em até 15 dias pelos Peritos do Instituto Criminalística Carlos Éboli (ICCE), do Rio de Janeiro.

Assim que o delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), receber o material, poderá finalizar o inquérito do caso Henry. Desse modo, a perícia provavelmente irá embasar a decisão do delegado sobre o destino da mãe do menino, Monique Medeiros da Costa Almeira, e do padrasto, o médico e vereador Jairo Souza Santos, o Dr. Jairinho (Solidariedade) .

A conclusão da chamada reconstituição deve definir se a polícia aceita a tese de que a morte do menino foi causada por um acidente doméstico ou se Henry foi alvo de um crime, fazendo com que o casal – que estava com ele na noite do ocorrido – seja indiciado. Os investigadores também aguardam a análise das mensagens dos celulares de Monique e Dr. Jairinho, que teriam sido apagadas na noite da morte de Henry.

O primeiro reconhecimento no apartamento onde o menino morava com a mãe e o vereador foi feito no dia 29 de março. A polícia retornou ao local nesta quinta e realizou a reprodução simulada , a qual o casal não compareceu .

Na ocasião, um boneco com as mesmas características de Henry foi usado, como peso e altura. Os agentes analisaram, por exemplo, em qual posição o menino foi encontrado desacordado, a altura da cama em que a criança estava e outras informações que possam ajudar a esclarecer detalhes do possível acidente.

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