Prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD)
Amira Hissa/PBH
Prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD)

O prefeito de Belo Horizonte (MG), Alexandre Kalil (PSD) , disse que acredita "200%" na vacina contra a Covid-19 e afirmou que o primeiro lote do imunizante se esgotou em 48 horas na capital mineira. Em entrevista à Record TV Minas, Kalil criticou os negacionistas e disse que "quem não quer vacinar é idiota e burro".

"Eu confio 200% na vacina, eu confio na ciência. Nós temos uma tradição de vacinas no Brasil. Quem não quer vacinar é negacionista, idiota e burro. Todo mundo tem que vacinar. Se falar que tem que vacinar por lei, eu vacino, meus filhos, minha mulher e todo mundo. Vacina é a coisa mais importante que surgiu neste país", afirmou.

prefeito disse que está seguindo as recomendações das autoridades sanitárias pelo medo de ser infectado. "Tenho muito medo desta doença. Ela é letal, é mortal". 

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Em relação à vacinação, Kalil disse que as primeiras doses recebidas da CoronaVac já se esgotaram. No entanto, a prefeitura continua em preparação para quando a cidade receber as novas remessas. "Em 48 horas chegou e nós acabamos com a vacina. Estamos planejando agora para a chegada de uma grande quantidade. Vamos chamar a Associação de Farmácias para ajudar e está sendo tudo planejado", disse.

"Quando tem pouca vacina não tem problemas, mas quando chegar em massa, nós estamos preparados para que a maioria dos belo-horizontinos sejam vacinados, em tempo recorde, para a cidade voltar ao normal o mais rápido possível”, completou.


Atuação de Bolsonaro

Na mesma entrevista, o prefeito também comentou sobre a atuação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na vinda dos insumos da China para a produção das vacinas. "Se eu pudesse, eu já estava na China, porque são eles que têm o remédio". "Para buscar o que interessa à população, eu ajoelho, peço desculpa, peço pelo amor de Deus, falo que Twitter é coisa de criança e que somos dois países com uma história parecida. Twitter não tem valor, o que tem valor é a interação do Brasil com a China, Rússia, Estados Unidos", afirmou.

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