pílulas de hidroxicloroquina
Fotoarena / Agência O Globo
Afirmação sobre estudos da cloroquina fez parte da apresentação no Palácio do Planalto


O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira que, de uma lista de 17 estudos sobre a cloroquina e da hidroxicloroquina, 12 são favoráveis o uso desses remédios no tratamento de casos leves do novo coronavírus . Nenhum deles, porém, está na parte superior da "pirâmide de evidências", ou seja, não passaram pelas duas etapas que reúnem com mais segurança evidências favoráveis à aplicação dos mediamentos.



O dado faz parte da apresentação feita durante entrevista coletiva de técnicos do ministério realizada no Palácio do Planalto. Na página 20, há dados de um levantamento feito na literatura científica sobre o uso dos remédios em casos leves de Covid-19 . São 12 estudos favoráveis, dois desfavoráveis e três inconclusivos.

No caso dos outros cinco estudos, que tiveram resultados desfavoráveis ou inconclusivos, a pasta não informou em que faixa da pirâmide eles estão.

O dado faz parte da apresentação feita durante entrevista coletiva de técnicos do ministério realizada no Palácio do Planalto. Na página 20, há dados de um levantamento feito na literatura científica sobre o uso dos remédios em casos leves de Covid-19. São 12 estudos favoráveis, dois desfavoráveis e três inconclusivos.

Dos 12 favoráveis, nenhum está nas duas faixas superiores da "pirâmide de evidências", que se chamam "revisões sistemáticas" e "ensaios clínicos randomizados".

Na sequência, há um na faixa "ensaio clínico randomizado", cinco "estudos de corte", um "estudo de caso-controle", um "estudo transversal", duas "revisões narrativas", um "relato/série de caso" e uma "opinião de experts", que é a faixa mais baixa da pirâmide.

No caso dos outros cinco estudos, que tiveram resultados desfavoráveis ou inconclusivos, a pasta não informou em que faixa da pirâmide eles estão.

"Foram feitas análises de todos os estudos disponíveis e foram encontrados 17. Desses, 12 favoráveis, dois desfavoráveis e três inconclusivos. Todas essas análises se encontram no portal do Ministério da Saúde ", disse o secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos da pasta, Hélio Angotti Neto.

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