Diferentemente do hospital em São Gonçalo, outras unidades não devem ser finalizados pelo governo do Rio
Fabiano Rocha / Agência O Globo
Diferentemente do hospital em São Gonçalo, outras unidades não devem ser finalizados pelo governo do Rio

Desde o início da pandemia do Covid-19 no Rio de Janeiro , o estado sofre com os atrasos nas entregas dos hospitais de campanha. Das sete unidades que foram prometidas, apenas duas foram entregues e com atraso. Agora, uma equipe técnica da Secretaria Estadual de Saúde recomenda que as outras cinco não sejam sequer finalizadas.

Segundo informações do portal G1, o estudo apontou que o custo mensal desse aumento de leitos poderia ser um problema, visto que a taxa de ocupação nos hospitais é de cerca de um terço. Pacientes infectados pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) representam 59,9% dos leitos de UTI e 56,7% na enfermaria da rede estadual.

A equipe listou ainda que o custo por leito nestes hospitais de campanha seria de R$ 43.780,82 na UTI e de R$ 33.951,45 na enfermaria. No texto, o grupo ressalta ainda que, mesmo com a chegada de uma "segunda onda" da doença, será possível garantir assistência aos pacientes apenas com a ativação de leitos que não são usados atualmente.

Atualmente, apenas as unidades localizadas no Maracanã  e em São Gonçalo estão em funcionamento. As outras cinco, que não devem ser finalizadas, são as de Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Nova Friburgo, Campos dos Goytacazes e Casemiro de Abreu

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