Winter
Reprodução/Facebook
Militante de ultradireita bolsonarista Sara Winter


A ministra Cármen Lúcia do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou o pedido de habeas corpus da defesa de Sara Winter, extremista de direita, líder do grupo "300 pelo Brasil" .


Winter foi presa por decisão do ministro Alexandre de Moraes , relator do inquérito das fake news que mira empresários e apoiadores de Bolsonaro responsáveis por arquitetar ataques aos ministros do Supremo, bem como a organização de atos antidemocráticos. 

O Ministério Público Federal denunciou Winter no último dia 17 por injúria e difamação de Alexandre de Moraes. A acusação do procurador da República Frederick Lustosa enviada à 15ª Vara de Justiça Federal diz que Winter está "ameaçando de causar-lhe mal injusto e grave, com o fim de constrangê-lo [Alexandre de Moraes]".

Em depoimento, Winter negou que os membros do 300 pelo Brasil defendam intervenção militar e negou ter participado do ataque ao STF com fogos de artifício. Winter disse ainda que o ato com estética supremacista branca, que remete à Ku Klux Klan e à uma marcha nazista,  teve inspiração em uma "passagem bíblica". Ela disse ser apoiadora de Bolsonaro, mas disse que não recebe dinheiro do governo para realzar as ações.

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