Flavio Dino
Wikimedia Commons/MCTIC
Governador do Maranhão, Flávio Dino, acalmou a população antes de lockdown

Este fim de semana foi o último antes do isolamento total – lockdown – no Maranhão. A população foi aos supermercados, feiras e farmácias para garantir alimentos e remédios, e estacionamentos desses comércios estavam lotados nos quatro municípios que passarão pelo fechamento.

O decreto valerá, a partir da próxima terça-feira (5) nos municípios: Paço do Lumiar, Raposa, São José de Ribamar e na capital maranhense, São Luís.

Leia em:  Justiça do Maranhão determina lockdown de 10 dias em quatro cidades

A medida durará dez dias. No entanto, os serviços essenciais não vão parar. Em entrevista a GloboNews neste domingo (3), o governador do estado, Flávio Dino (PC do B), acalmou a população:

"Não haverá interrupção de nada de alimentos, rigorosamente nada. Tudo de saúde funcionando: as indústrias essenciais, as obras na saúde, abastecimento de medicamentos, todas as distribuidoras, as farmácias. Não haverá fechamento total porque é inviável e impossível, nós faremos uma redução ainda maior das atividades para atender às orientações científicas e o poder judiciário", afirmou Dino.

O governador também afirmou que no estado há 800 respiradores e que dois hospitais de campanha devem estar funcionando em 20 dias.

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