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Agência Brasil
Coronavírus

A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo divulgou novas informações sobre o Covid-19 na tarde desta segunda-feira (6). Agora, o estado chega a 4.861 casos confirmados e 304 mortes. Além disso, a taxa de letalidade do estado é de 6%, o que supera a média global. Entre os casos confirmados, existem 572 casos graves em Unidade de Terapia Intensiva ( UTI ). 

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Os 304 óbitos estão nos seguintes municípios do Estado: Americana (2), Arujá (1), Barueri (1), Bauru (1), Caieiras (4), Campinas (4), Carapicuíba (1), Cotia (3), Cravinhos (1), Diadema (1), Dracena (1), Embu das Artes (1), Francisco Morato (1), Franco da Rocha (1), Guarulhos (6), Itapecerica da Serra (1), Itapeva (1), Jaboticabal (1), Mairiporã (2), Mogi das Cruzes (1), Nova Odessa (1), Osasco (3), Penápolis (1), Presidente Venceslau (1), Ribeirão Preto (1), Santo André (3), Santos (2), São Bernardo do Campo (5), São Caetano do Sul (1), São Paulo (244), São Sebastião (1), Sorocaba (2), Taboão da Serra (3), Vargem Grande Paulista (1). 


Os óbitos continuam se concentrando em pessoas com 60 anos ou mais, somando 262 pessoas. Entre o total de mortes estão 174 homens e 130 mulheres.

Os números significam um aumento de 900% nos casos desde o início da série história, no dia 5 abril. 

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A taxa de letalidade aponta a relação entre o número de casos e mortes causadas pela doença. Um dos motivos para um índice tão alto pode ser a subnotificação de casos, que passam a ser contados apenas após os óbitos. Apesar disso, outros fatores - como colapso no sistema de saúde - também influenciam. Atualmente, o Brasil possui a 8º maior taxa de letalidade por Covid-19 no mundo.  

Entre as vítimas fatais da Covid-19, 85,8% tinham 60 anos ou mais. Desses, 92,1% tinham algum tipo de comorbidade. Do total de mortos pela doença, de todas as faixas etárias e que tinham alguma comorbidade, 69,1% eram cardiopatas; 47,1% possuíam diabetes; 16,1% apresentavam pneumonia; 12,6% tinham algum tipo de doença neurológica; 7,6% possuíam imunodeficiência; 3,1% eram asmáticos; e 2,2% apresentavam doença hematológica.

Para diminuir o contágio da doença, o governador João Doria determinou - em coletiva de imprensa - o aumento da quarentena no estado, que foi prorrogada por mais 15 dias. A determinação mantém fechados restaurantes, bares e estabelecimentos comerciais considerados não-essenciais. 


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