testes
Pedro Rafael Vilela/ Agência Brasil
Testes coronavírus


A mineradora Vale doou cerca de 500 mil testes rápidos para identificação dos pacientes infectados pelo novo coronavírus (Sars-cov-2), o Ministério da Saúde declarou que os testes, fabricados na Chinas, apresentam "limitações importantes". 

 A pasta da Saúde orientou que os gestores e profissionais da saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) ajam com cautela ao aplicar os testes. O governo federal começou a suspeitar de possíveis falhas e solciitou que os testes passassem por averiguação e análise de qualidade em um laboratório privado.

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Os resultados indicam que os testes apresentam 75% de chance de erro em resultados negativos para o novo coronavírus e cerca de 14% em exames positivos, aqueles que constatam infecção pelo virús. Apesas da taxa elevado de erros, o governo federal determinou que os testes sejam realizados em pessoa sque já apresentam sintomas da doença há pelo menos uma semana, como forma de evitar resultados errados.

Desde que os testes foram adquiridos o Ministério da Saúde determina que sejam aplicado prioritariamente em quem está na linha de frente do combbate ao coronavírus, por exemplo os profissionais da saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) não recomenda o uso dos testes rápidos, mas a pasta da saúde afirma que são eficazes para fazer a triagem de profissionais tenham sido infectados, mesmo com a baixa precisão dos resultados.

O Ministério da Saúde está elaborando uma cartilha para que o produto seja administrado da melhor forma e possa apresentar resultados mais precisos.

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