A cidade de São Paulo - mais afetada pelo avanço da Covid-19 - precisa de pelo menos o dobro dos 1.400 respiradores que já tem em leitos hospitalares de UTI para enfrentar o pico do novo coronavírus (Sars-coV-2). Atualmente, o produto está escasso no mercado. As informações são de Mônica Bergamo.

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ventilador pulmonar desenvolvido pela USP arrow-options
Reprodução Twitter
respiradores pulmonares

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A Prefeitura de São Paulo esperava receber parte dos respiradores do Ministério da Saúde. Todavia, até o presente momento, eles não chegaram. Na última quarta-feira (01), o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta , justificou o atraso alegando que os fabricantes atrasaram a entrega devido à alta demanda.

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Em contrapartida, protótipos de respiradores - mais eficazes e baratos - estão sendo desenvolvidos por universidades e podem representar uma esperança no combate à pandemia de Covid-19 no País.

Segundo pesquisadores da Fiocruz, o pico da doença no Brasil será entre 25 e 30 de abril. Atualmente a capital registra 1.885 casos, mas a previsão é que este número dobre nos próximos dias.

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