Marielle Franco
Agência Brasil
700 dias depois do assassinato da vereadora Marielle Franco policiais comando operação no esgoto em busca da arma do crime


O sistema de esgoto do condomínio Anil, zona oeste do Rio de Janeiro, foi vasculhado por policiais e agentes do Ministério Público em busca da arma utilizada no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes , que completa 700 dias nesta segunda-feira (12) data da operação.

A Divisão de Homicídios da Capital, da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e do Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) esteve envolvida o comando das buscas. Mergulhadores do Core entraram nos esgotos e inspecionaram 27 cisternas. Munições, carregadores de pistolas e um carro de luxo foram apreendidos pela polícia, mas a arma do crime não foi identificada.  

Leia também:  Desigualdade infantil: Parelheiros tem o dobro de crianças que a Consolação

Ronnie Lessa e  Elcio de Queiroz foram presos na primeira fase da operação ao serem acusados de matarem a vereador e o motorista no dia 14 de março de 2018. Também foi preso  Josinal Freitas, em outubro de 2019, acusado de confundir as investigações ao jogar armas no mar. Desde então, as operações continuam em busca da motivação do crime e dos mandantes do assassinato. 

A Marinha chegou a ser envolvida no caso, os oficiais comandaram buscas no mar em julho de 2019, também em busca da arma utilizada no crime. Naquele momento, um sonar identificou nove objetos no fundo do mar próximos às Ilhas Tijuca, na Barra da Tijuca, zona oeste.

Leia também:  Jornal desmente depoimento de testemunha em CPI

Investigações da polícia tentam identificar se entre as armas jogados no mar também estaria a arma do crime usada para matar Marielle , uma submetralhadora MP5.



    Veja Também

      Mostrar mais