O presidente da Cedae, Hélio Cabral
Reprodução/Twitter Hélio Cabral

Hélio Cabral, presidente da Cedae

O presidente da Cedae , Hélio Cabral, chegou à Cidade da Polícia para prestar depoimento na tarde desta terça-feira. Ele entrou na Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD), no Jacarezinho, Zona Norte do Rio, por volta das 14h, sem falar com a imprensa.

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O presidente da companhia foi à delegacia convocado pela delegada-assistente da Delegacia de Defesa de Serviços Delegados (DDSD), Josy Lima, para prestar esclarecimentos que auxiliem na investigação. A hipótese de sabotagem, levantada na última segunda-feira pelo governador Wilson Witzel, é uma das linhas de investigação da Polícia Civil.

"Não podemos descartar nada por enquanto, é bem precoce ainda. Não podemos falar se há indícios de sabotagem para não atrapalhar as investigações", disse a delegada.

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Os dois funcionários da Cedae que chegaram às 10h30 saíram às 14h40 da delegacia, sem revelar os nomes e também sem dar entrevistas. Na semana passada, foram ouvidos cinco funcionários da empresa: Júlio César Antunes, ex-chefe da Estação de Tratamento de Água Guandu; Pedro Ortolano, o atual responsável pela área; e Wellis Rodrigo da Silva Costa, coordenador de operação de tratamento da concessionária de água .

Na última sexta-feira, Witzel determinou o  afastamento imediato do diretor de saneamento e grande operação da Cedae , Marcos Chimelli.

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