Estação de tratamento de água da Cedae, no Rio de Janeiro arrow-options
Divulgação/Cedae
Cedae está com dificuldades em normalizar a situação da água no Rio de Janeiro

Três funcionários da Cedae chegaram por volta das 10h desta sexta-feira (17) à Delegacia de Defesa de Serviços Delegados (DDSD) para prestar depoimento. Eles estavam acompanhados por advogados, mas não falaram com a imprensa. Nesta quinta-feira (16), a delegacia especializada abriu um inquérito para investigar a crise da água no Rio de Janeiro.

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O objetivo da investigação é apurar uma "eventual responsabilidade penal de funcionários da Cedae ou de terceiros que possam ter contribuído, por ação ou omissão, nas alterações das condições de consumo da água verificada nos últimos dias na Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro", informou, em nota, a Polícia Civil.

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Também na quinta, agentes da DDSD estiveram na Estação de Tratamento de Água do Guandu , em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O delegado Julio Silva Filho, titular da delegacia, informou que as equipes coletaram amostra de água e também documentos no local.

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