Em vídeo divulgado pela Polícia Militar do Estado de São Paulo, um  motociclista  menor de idade que usa uma mochila da Uber EATS aparece sendo perseguido na zona sul da capital.

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Motociclista foi perseguido pela PM
Reprodução
Motociclista foi perseguido pela PM


"Ao avistar a equipe, demonstrou nervosismo e diante do fato foi dado sinal de parada, que de imediato foi ignorado. Ele começou a empreender fuga da equipe pela contramão de direção iniciando pela Avenida Cidade Jardim sentido centro e por diversas avenidas e ruas pela área, e encerrou na Praça Califórnia defrontre ao número 37, quando o indivíduo perdeu o controle de direção e caiu ao solo", diz o boletim de ocorrência da Polícia Militar contra o motociclista .

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"Ainda tentou fugir a pé, de ato contínuo, mas a equipe conseguiu detê-lo. Realizado busca pessoal foi localizado na cintura do indivíduo um revólver de marca Taurus calibre .38 com uma munição intacta e numeração suprimida. Ao indagá-lo sobre o motivo de estar com o armamento, ele informou que iria efetuar roubo na região do Itaim Bibi e Jardim Europa a relógio de luxo. Foi realizado revista veicular e nada de ilícito foi encontrado", informa o Boletim de Ocorrência registrado no 14° Distrito Policial, em Pinheiros. O menor de idade ficou três horas na delegacia e foi solto".

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O menor usava um mochila da UBER eats, mas a assessoria de imprensa da empresa negou ao iG que o rapaz está cadastrado para entregas no aplicativo. 

 “A empresa esclarece que as mochilas distribuídas ou vendidas aos entregadores podem ser revendidas por eles, emprestadas ou até mesmo furtadas, portanto o simples uso de elementos com o logotipo da empresa não é um indicativo confiável de qualquer cadastramento no app.

O que assegura que alguém é motociclista que atua como entregador parceiro são as informações disponíveis dentro do próprio app ao fazer o pedido, como placa da moto e nome do entregador”, diz nota encaminhada pela empresa.

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Ainda de acordo com a Uber, “como parte do processo de cadastramento para utilizar o aplicativo do Uber Eats, todos os entregadores parceiros passam por uma checagem de antecedentes criminais realizada por empresa especializada que, a partir dos documentos fornecidos pelo próprio motorista e com consentimento deste, consulta informações de diversos bancos de dados oficiais e públicos de todo o País em busca de apontamentos criminais, na forma da lei”.

Assista ao vídeo da perseguição:


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