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Transferências ocorreram na região metropolitana de Belém para evitar que casos como briga de facções ocorrida em presídio fossem recorrentes

Presos sendo transferidos arrow-options
Divulgação/Susipe-PA
Presos foram transferidos para evitar que Comando Vermelho retalie PCC por massacre em Altamira

Três dias após massacre que deixou pelo  menos 57 mortos no Centro de Recuperação Regional de Altamira, no Pará, 866 detentos da região metropolitana de Belém foram transferidos para outros presídios. 

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Segundo a Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe), as transferências foram feitas de forma tática para impedir que rebeliões do tipo aconteçam novamente. 

Segundo a Susipe, a ação foi realizada em duas semanas e não foi bem recebida pelos presos. “No começo eles tiveram certa resistência. Tocaram fogo nas celas, cortaram colchões, entupiram os vasos e alagaram as celas. Fizeram uma bagunça generalizada justamente para que o nosso serviço tivesse um pouco mais de trabalho”, afirmou Geraldo Gomes, diretor de uma das penitenciárias envolvidas. 

O local para o qual os  presos foram enviados não foi divulgado. Além das 866 transferências , mais 24 presas também foram mudadas de lugar de forma estratégica.