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Isabella Trevisani, que foi candidata a deputada estadual pelo PRTB de São Paulo, disse que não se intimidou com as determinações do Supremo

Isabella Trevisani
Reprodução
Isabella Trevisani rebateu o STF nas redes sociais: "Prendam esses bandidos de toga"

Mais uma das investigadas por espalhar notícias falsas contra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se manifestou sobre a investigação nas redes sociais. Após o general Paulo Chagas dizer que "foi um prazer" receber a Polícia Federal em sua casa, agora foi a vez de Isabella Trevisani se posicionar em uma transmissão ao vivo.

Trevisani, que chegou a ser candidata a deputada estadual pelo PRTB de São Paulo nas últimas eleições, disse no vídeo que não estava preocupada com a investigação lançada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. "Não me intimida", disse a jovem de 22 anos.

"Essa é a ditadura do Judiciário . Eles querem calar o povo brasileiro que luta contra eles nas ruas, eles querem impedir, censurar de todas as maneiras possíveis. Só tenho um recado a vocês: ministro Alexandre de Moraes, ministros do STF, a vez de vocês está chegando. Vou tacar mais ovos nos carros, nos prédios, onde eu conseguir", ameaçou.

Além disso, ela voltou a subir o tom contra os ministros do Supremo e chegou a chamar os magistrados de "bandidos de toga". "Eles estão com medo, por que o STF vai cair. Prisão para esses bandidos de toga", acusou Isabella Trevisani , que clamou pelo "fechamento do STF"

Apesar de ter recebido apenas 512 votos nas últimas eleições, a jovem é bastante influente nas redes sociais. Apoiadora do presidente Jair Bolsonaro, Trevisani já defendeu a ditadura militar e homenageou o coronel Brilhante Ustra em suas postagens nas redes.

Confira o vídeo feito pelo ativista de direita:

Na manhã desta terça-feira (16), por determinação do ministro do STF Alexandre de Morais, a Polícia Federal fez uma operação que cumpriu mandados de busca e apreensão contra sete suspeitos de espalhar "fake news" contra a corte. O ministro ainda determinou o bloqueio das contas dos suspeitos nas redes sociais WhatsApp, Twitter, Facebook e Instagram.