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Casal foi passar o fim de semana em Santos e foi visto pela última vez no domingo; dono de pousada avisou os familiares sobre o desaparecimento

Tatuador e namorado foram passar o fim de semana em Santos, no litoral de São Paulo
Reprodução/Facebook
Tatuador e namorado foram passar o fim de semana em Santos, no litoral de São Paulo

O tatuador Henrique Oliveira Falbo, de 22 anos, foi encontrado morto em Santos, no litoral de São Paulo, na noite da última segunda-feira (4). O jovem foi visto pela última vez no domingo e estava acompanhado do namorado, Douglas Alcântara de Souza, que está desaparecido desde então.

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Os dois estavam de folga e resolveram passar o fim de semana em Santos. O tatuador era morador de Pirituba e Douglas, de Itaquaquecetuba, cidades na região metropolitana de São Paulo. O casal combinou de voltar no domingo, mas acabou adiando para o dia seguinte por conta da chuva. 

O dois estava junto há cinco meses e reservaram um quarto em uma pousada no bairro Itararé, onde foram vistos pela última vez. Na manhã de segunda-feira, o dono da pousada notou que eles não tinham voltado e não passaram a noite no local, então ligou para avisar os familiares. 

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Na mesma noite, banhistas localizaram o corpo de Henrique próximo ao canal 1 de Santos . Por conta da chuva, o Instituto Médico Legal (IML) teve que ser fechado, então o corpo foi transferido para a Praia Grande e, só na quarta-feira, os funcionários conseguiram confirmar que se tratava do tatuador. 

O irmão de Douglas conta que á última localização deles pelas redes sociais foi às 16h30 de domingo. Depois, foram vistos em um quiosque no mesmo bairro pelas câmeras de segurança.

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Desde então, a família está em São Vicente em busca de qualquer informação sobre a localização. "Estamos com um pouco de dificuldade com as autoridades, pois, como não há muita informação concreta, há uma dificuldade para iniciar investigações", disse o irmão. 

Os familiares contam com a ajuda de amigos do tatuador e do namorado nas redes sociais em publicações sobre as buscas, e afirmam que esperam que o sofrimento tenha fim o mais rápido possível. As informações são do Bom Dia Região. 

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