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De acordo com a assessoria de Martha Rocha, carro foi interceptado por uma caminhonete e criminoso desceu usando capuz e fuzil; não houve vítima fatal

Carro que levava a deputada Martha Rocha (PDT) foi alvo de tiros na zona norte do Rio
Paulo Carneiro/Parceiro/Agência O Dia
Carro que levava a deputada Martha Rocha (PDT) foi alvo de tiros na zona norte do Rio


O carro que levava a deputada estadual Martha Rocha (PDT) foi atingido por tiros na manhã deste domingo (13), na Rua Belisário Pena, na Penha, na zona Norte do Rio de Janeiro.  O motorista acabou atingido por uma bala na perna, mas após atendimento médico no Hospital Getúlio Vargas, foi liberado sem maiores riscos. A Polícia Civil investiga o caso.

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De acordo com a assessoria de Martha Rocha , a parlamentar seguia em direção a uma igreja quando seu carro foi interceptado por uma caminhonete branca. Neste momento, um bandido encapuzado e usando um fuzil desceu do utilitário e atirou em direção ao carro.

O motorista de Martha é subtenente reformado da Polícia Militar e trocou tiros com o criminoso. Ainda que o carro da parlamentar fosse blindado, uma das balas furou a blindagem e atingiu o motorista na perna.

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Abordado pelo jornal O Dia , na saída do hospital, o PM reformado e motorista que conduzia o carro de Martha Rocha, que é blindado, se limitou a dizer: "Não posso falar, se não vão matar minha mulher."

Além do atingido e da deputada estadual, também estava no veículo a mãe de Martha, que a acompanhava no banco de trás para assistir a uma missa na zona norte.

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Ainda não há informações se o caso se tratou de um atentado ou uma tentativa de assalto. Fontes da Polícia Civil dizem que é prematuro afirmar que foi um atentado, já que a região do ataque sofre com os roubos de carros pela manhã.

Em 2013, quando ainda atuava como delegada, Martha estava em uma lista de "pessoas a serem mortas" pela milícia. Na época, Armando Luiz Ramos acabou preso suspeito de integrar uma quadrilha que pretendia atuar no assassinato.

A deputada Martha Rocha foi reeleita nas eleições de 2018 e, portanto, seguirá com mandato de mais quatro anos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Primeira mulher a chefiar a Polícia Civil do estado, deixou a função justamente para se tornar parlamentar.

*Com informações do jornal O Dia 

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