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Empresário, que está preso na penitenciária Bangu 9, na zona oeste do Rio, será levado à sede da Polícia Federal, no centro, durante a tarde desta terça

O empresário Eike Batista foi detido pela Polícia Federal assim que o avião vindo de Nova York pousou  no Rio
Tânia Rêgo/Agência Brasil 30.01.2017
O empresário Eike Batista foi detido pela Polícia Federal assim que o avião vindo de Nova York pousou no Rio

O empresário Eike Batista – que foi preso nesta segunda-feira (30), após voltar ao Rio de Janeiro de uma viagem a Nova York – prestará depoimento à Polícia Federal (PF) nesta terça-feira (31).

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Eike , que está na penitenciária Bandeira Stampa, na zona oeste do Rio, será levado à sede da PF, no centro, para prestar depoimento. A cadeia em que ele está é conhecida como Bangu 9 e integra o Complexo Penitenciário de Gericinó. O empresário deve deixar o presídio às 13h desta terça e falar com a PF às 15h.

Prisão de Eike

Eike foi preso por policiais federais quando desembarcava no Aeroporto Internacional Tom Jobim, mais conhecido como Galeão, após voltar de Nova York. O avião da American Airlines pousou às 9h54. De lá, ele foi levado para passar por exame de corpo de delito no IML (Instituto Médico-Legal). A chegada ao presídio Ary Franco foi por volta de 11h20.

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O pedido de prisão preventiva contra o empresário foi emitido pela Justiça Federal do Rio de Janeiro na última quinta-feira (26). Como Eike estava fora do Brasil, a Polícia Federal requereu a inclusão do nome dele na lista internacional de procurados pela Interpol .

Operação Eficiência

O ex-magnata, que já foi considerado como o homem mais rico do Brasil e sétimo mais rico do mundo, é investigado pela Operação Eficiência, que é um desdobramento da Lava Jato . Proprietário do grupo EBX, é suspeito de lavagem de dinheiro em um esquema de corrupção que também atinge o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB), que também está preso.

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Eike Batista e o executivo Flávio Godinho, seu braço direito no grupo EBX e vice-presidente do Flamengo, são acusados de terem pago US$ 16,5 milhões a Cabral em troca de benefícios em obras e negócios do grupo , usando uma conta fora do Brasil. Os três também são suspeitos de terem obstruído as investigações.