
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter a bandeira amarela nas contas de luz do mês de setembro. Com isso, um adicional de R$ 1,88 a cada 100kWh será cobrado. Essa tarifa é mantida desde o mês de maio.
Por nota, o órgão afirmou que a sinalização “reflete condições menos favoráveis de geração de energia no País, com necessidade de utilização de fontes de geração com custos mais elevados”.Isso acontece devido ao tempo seco , que afeta diretamente os reservatórios de água das usinas hidrelétricas do país, principal fonte de energia da matriz brasileira.Quando chove pouco e os reservatório baixam, é necessário acionar termelétricas, que tem um custo maior para geração de energia. Por isso, desde 2015, o sistema de bandeiras é utilizado compensar e dividir esse custo com os consumidores.Entenda como funcionam as bandeiras:
As cores do sistema indicam o que o custo da geração de energia está mais caro e definem a taxa adicional que será cobrada dos consumidores.
- Bandeira verde: sem acréscimos;
- Bandeira amarela: acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh;
- Bandeira vermelha patamar 1: acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 kWh;
- Bandeira vermelha patamar 2: acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 kWh.
De acordo com a Aneel, pequenas mudanças de hábito de consumo já seriam suficientes para compensar o acréscimo trazido pela bandeira amarela e controlar os gastos com a luz.