Ocorrência foi registrada na manhã de quinta-feira (28), na rua Guaíra, em Guarapuava (PR), próximo de um departamento de polícia
Foto: Google Street View/Reprodução
Ocorrência foi registrada na manhã de quinta-feira (28), na rua Guaíra, em Guarapuava (PR), próximo de um departamento de polícia

Um cão da raça pitbull atacou os próprios donos dentro de casa em Guarapuava (PR), na manhã de quinta-feira (28). Um homem de 53 anos e a esposa, de 51, ficaram feridos após serem mordidos pelo animal. Policiais civis precisaram intervir com disparos de munição de impacto controlado para conter o cachorro e socorrer os moradores. 

O casal mora sobre um açougue, a cerca de 100 metros de uma subdivisão policial. Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), um funcionário do estabelecimento, “bastante assustado”, acionou a corporação a pé, por volta das 10h20, após presenciar o ataque.

Os agentes foram até o local guiados pelo açougueiro e encontraram o tutor coberto de sangue tentando conter o pitbull enquanto pedia socorro.

Ao subirem as escadas de acesso a uma residência, os agentes flagraram o proprietário do imóvel (53 anos), coberto de sangue, tentando conter o animal e clamando por socorro Polícia Civil do Paraná, por nota

Para retirar o animal de cima do homem, os policiais efetuaram disparos com munição de impacto controlado. Ainda segundo a corporação, o cão resistiu e só recuou quando foi atingido diretamente por um dos projéteis.

A esposa havia sido atacada primeiro na mesma ocasião e sofreu ferimentos graves na região do rosto, conforme relato dos agentes. As identidades não foram divulgadas.

O pitbull permaneceu contido no imóvel até a chegada do médico veterinário Rodrigo Antônio Martins de Souza, que realizou a sedação do animal voluntariamente. Depois do procedimento, o cachorro foi entregue a familiares das vítimas para atendimento clínico especializado.


Situação não configura crime mas inquérito pode ser aberto

Segundo a PCPR, o caso não configura crime de imediato. A polícia informou, contudo, que testemunhas devem ser ouvidas para esclarecer o que provocou o ataque. Um inquérito poderá ser instaurado caso sejam identificadas irregularidades, como omissão de cautela ou maus-tratos.

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