
O tempo começa a mudar em grande parte do Brasil nesta quarta-feira (13), com o enfraquecimento da massa de ar polar que vinha atuando sobre o país nos últimos dias.
Segundo o meteorologista Giovanni Dolif, a massa de ar frio perde força, favorecendo a elevação gradual das temperaturas, principalmente nas regiões centrais do país.
Região Sul
No Sul, especialmente no leste do Rio Grande do Sul, o frio ainda deve persistir de forma mais moderada, com temperaturas ligeiramente abaixo da média, mas sem a intensidade registrada nos últimos dias.
Centro-oeste
Entre quarta e sábado, o padrão será de tempo mais seco e quente no Centro-Oeste e em grande parte do interior do Brasil. Já no Sul do país, o tempo segue mais estável no começo da semana, mas a atmosfera volta a ganhar instabilidade entre quinta e sexta-feira.
Norte e Nordeste
De acordo com, o especialista, nesta quarta (13), o tempo permanece seco em boa parte do Centro-Sul do Brasil, enquanto as chuvas continuam concentradas no litoral do Norte e Nordeste.
A partir de quinta-feira (14), áreas de instabilidade começam a se formar no sul de Mato Grosso do Sul, oeste do Paraná e de Santa Catarina, com possibilidade de pancadas fortes e trovoadas. Rondônia também volta a registrar chuva após um período mais seco.
São Paulo e Rio de Janeiro
Entre quinta (14) e sexta-feira (15), essas instabilidades avançam e podem provocar temporais no interior de São Paulo. Na sequência, a chuva pode alcançar outras áreas paulistas, incluindo a capital, além do sul de Minas Gerais e parte do Rio de Janeiro.
Giovanni Dolif, explica que esse sistema não chega a ser uma frente fria clássica, mas sim um “cavado de onda curta” , uma ondulação menor na atmosfera que favorece chuva e temporais.
Como fica o final de semana
No sábado, o tempo continua instável entre Mato Grosso do Sul e o oeste do Paraná, enquanto uma nova massa de ar frio começa a avançar da Argentina. Ela deve trazer outra frente fria para o Brasil na próxima semana.
Essa nova incursão de ar frio não aparenta ser tão intensa quanto a primeira onda registrada recentemente, mas ainda pode provocar queda de temperatura em várias regiões do país.