Lista inclui apedrejamento pela lei islâmica, caça às bruxas na Oceania e mutilação genital feminina na África e Oriente Médio

Acusada de bruxaria, Kepari Leniata, 20, foi torturada e queimada viva na Papua Nova Guiné, Oceania, em 2013. À época, a mídia local informou que parentes de uma criança morta acusavam a mulher de ter recorrido à magia negra para acabar com a vida do menino. Kepari era mãe de um bebê.

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O crime foi cometido enquanto centenas de pessoas observavam. Os autores capturaram Kepari, arrancaram suas roupas, a amarraram e jogaram gasolina sobre seu corpo. De acordo com o veículo local Post Courier, policiais e bombeiros foram perseguidos pela multidão ao tentar impedir o crime.

Mas Papua Nova Guiné não é o único lugar do mundo que teme bruxas. Na Gâmbia, África Ocidental, os 1,7 milhão de habitantes levaram um susto em 2009 quando seu excêntrico governante, Al-Haji Yahya Jammeh, lançou campanha nacional de caça às bruxas. À época, homens do governo circulavam pelo interior do país pedindo aos aldeões pequenos sacrifícios para eliminar a bruxaria. Dezenas de moradores fugiram e ao menos seis foram mortos. Veja estes e outros casos em que práticas antigas ainda estão em vigor:


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