De forca a apedrejamento: Veja práticas de execução antigas ainda em vigor

Por iG São Paulo

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Lista inclui apedrejamento pela lei islâmica, caça às bruxas na Oceania e mutilação genital feminina na África e Oriente Médio

Acusada de bruxaria, Kepari Leniata, 20, foi torturada e queimada viva na Papua Nova Guiné, Oceania, em 2013. À época, a mídia local informou que parentes de uma criança morta acusavam a mulher de ter recorrido à magia negra para acabar com a vida do menino. Kepari era mãe de um bebê.

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O crime foi cometido enquanto centenas de pessoas observavam. Os autores capturaram Kepari, arrancaram suas roupas, a amarraram e jogaram gasolina sobre seu corpo. De acordo com o veículo local Post Courier, policiais e bombeiros foram perseguidos pela multidão ao tentar impedir o crime.

Mas Papua Nova Guiné não é o único lugar do mundo que teme bruxas. Na Gâmbia, África Ocidental, os 1,7 milhão de habitantes levaram um susto em 2009 quando seu excêntrico governante, Al-Haji Yahya Jammeh, lançou campanha nacional de caça às bruxas. À época, homens do governo circulavam pelo interior do país pedindo aos aldeões pequenos sacrifícios para eliminar a bruxaria. Dezenas de moradores fugiram e ao menos seis foram mortos. Veja estes e outros casos em que práticas antigas ainda estão em vigor:

Apedrejamento: mesmo sem estar no Alcorão, pena é usada por alguns países muçulmanos para punir adultério e conspiração. Foto: Reprodução/YoutubeApedrejamento: mulheres são enterradas até a altura do peito e homens, até a cintura, diz Artigo 102 do Código Penal do Irã. Fuga masculina é facilitada. Foto: Reprodução/YoutubeExecução pública: somente até fevereiro deste ano, entre 80 e 95 foram executados no Irã, segundo a ONU. Foto: Reprodução/YoutubeExecução pública: após aumento da violência, o Irã passou a promover as mortes de criminosos em um parque central de Teerã. Foto: Reprodução/YoutubeCaça às bruxas: em 2013, na Papua Nova Guiné, mulher foi torturada e queimada viva perante centenas de espectadores sob acusação de bruxaria. Foto: Reprodução/YoutubeCanibalismo tribal: os Kombai, na Nova Guiné, punem 'bruxos' - Khakhua-Kumu - com a morte e depois, comem seus restos mortais. Foto: Reprodução/YoutubeCanibalismo tribal: o ritual é uma resposta à crença de que os Khakhua-Kumu ingerem as almas de suas vítimas. Foto: Reprodução/YoutubeTrabalho infantil: Unicef estima que cerca de 150 milhões de crianças de 5 a 14 anos são obrigadas a trabalhar nos países em desenvolvimento. Foto: Reprodução/YoutubeTrabalho infantil: segundo a OIT, 7,4 milhões de crianças na mesma faixa etária estão envolvidas no trabalho doméstico. Foto: Reprodução/YoutubeTortura animal: corridas de touros na Espanha reúnem milhares para tortura de animal até sua morte. Foto: Wikimedia Commonsaté fevereiro de 2014, ao menos 125 milhões de mulheres podem ter sido mutiladas em 29 países na África e Oriente Médio, diz ONU. Foto: Reprodução/YoutubeSacrifício de animais: em aldeias como a Tana Toraja, Indonésia, acredita-se que, ao matar um animal, ele guiará a alma de um falecido ao paraíso. Foto: Reprodução/YoutubeSacrifício infantil: em 2008, mais de 300 casos de mortes e desaparecimentos ligados a rituais foram denunciados à polícia de Uganda, África, diz ONG. Foto: Reprodução/YoutubeSacrifício infantil: até 2009, vários pais e parentes foram detidos em Uganda acusados ​​de vender crianças para sacrifício humano. Foto: Reprodução/YoutubeAutomutilação: cerca de 200 milhões de muçulmanos xiitas no mundo celebram a Ashura em memória da morte de Imã Hussein, neto do profeta Maomé. Foto: Getty ImagesAutomutilação: xiitas iraquianos de todas as idades ficam cobertos de sangue enquanto participam da Ashura. Foto: Reuters


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