Estado Islâmico executa soldados e faz reféns em base militar da Síria

Por Reuters |

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Extremistas do grupo sunita, dissidência da Al-Qaeda, invadiu a base aérea de Taqba, perto da cidade de Raqqa, no domingo

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Militantes do grupo Estado Islâmico executaram soldados do Exército sírio e fizeram outros reféns após terem capturado uma base aérea no nordeste da Síria durante o fim de semana, mostraram imagens publicadas na Internet por apoiadores do grupo nesta quarta-feira (27).

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O Estado Islâmico, uma dissidência da Al-Qaeda, invadiu a base aérea de Taqba, perto da cidade de Raqqa, no domingo, após dias de confrontos com o Exército, nos quais mais de 500 pessoas morreram, de acordo com o grupo de monitoramento Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Taqba era o posto avançado do Exército sírio em uma área controlada por militantes, que assumiram o controle de grandes áreas da Síria e do Iraque.

Jihadista americano

Um homem norte-americano suspeito de lutar ao lado de militantes do Estado Islâmico que operam no Iraque e na Síria foi morto na região, disse um oficial de segurança dos Estados Unidos, na terça (26).

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O funcionário, que pediu para não ser identificado, disse que a polícia federal norte-americana (FBI) estava investigando a morte de Douglas McAuthur McCain, de 33 anos.

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. Foto: APImagem postada em site militante em 14/6 parece mostrar membros do EIIL com soldados iraquianos à paisana capturados após tomada de base em Tikrit, Iraque. Foto: APCombatentes iraquianos xiitas seguram suas armas enquanto gritam palavras de ordem contra o Estado Islâmico do Iraque e do Levante em Cidade Sadr, Bagdá (13/6). Foto: APVoluntários esperam para se juntar ao Exército e combater militantes predominantemente sunitas em Bagdá, Iraque (13/6). Foto: ReutersPresidente dos EUA, Barack Obama, fala sobre a situação no Iraque em pronunciamento na Casa Branca, em Washington (13/6). Foto: APImagem postada em Twitter militante mostra membro do Estado Islâmico do Iraque e do Levante com sua bandeira em base militar na Província de Ninevah, Iraque (12/6). Foto: APImagem publicada por militantes no Twitter mostra combatentes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante em local na fronteira entre o Iraque e a Síria (12/6). Foto: APMuitas famílias começaram a deixar Mosul depois de ocupação por insurgentes sunitas (13/6). Foto: ReutersForças de segurança curda se posicionam do lado de fora da cidade petrolífera de Kirkuk após abandono de tropas iraquianas (12/6). Foto: APVeículos queimados pertencentes às forças de segurança iraquianas são vistos em posto de controle no leste de Mosul (11/6). Foto: ReutersPolicial federal do Iraque monta aguarda enquanto colega faz buscas em carro em posto de controle de Bagdá, Iraque (11/6). Foto: APFamílias que fogem da violência na cidade de Mosul esperam em posto de controle nos arredores de Irbil, região do Curdistão iraquiano (10/6). Foto: ReutersRefugiados que deixam Mosul se dirigem à região autônoma curda em Irbil, Iraque, a 350 km a norte de Bagdá (10/6). Foto: APMilitares se preparam para assumir suas posições durante confrontos com militantes no norte da cidade de Mosul, Iraque (9/06). Foto: AP

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Uma porta-voz do Departamento de Estado não pôde confirmar relatos da mídia de que McCain foi morto na Síria, mas disse que o departamento entrou em contato com a família dele e tem oferecido "toda a assistência consular".

Familiares disseram ao Minneapolis Star Tribune que a mãe de McCain tinha recebido uma ligação de um funcionário do Departamento de Estado relatando que ele havia sido morto na Síria no fim de semana.

O jornal afirmou que a família estava preocupada com as manifestações de apoio de McCain ao grupo sunita Estado Islâmico, que tomou grandes áreas do Iraque e da Síria, alarmando o governo de Bagdá e seus aliados no Ocidente.

A NBC News informou que McCain nasceu em Illinois e se mudou com sua família para a área de Twin Cities, onde se formou no ensino médio em New Hope, subúrbio de Minneapolis, em 1999. Ele, então, se mudou para a região de San Diego, onde frequentou uma faculdade comunitária.

O procurador-geral Eric Holder disse em julho que as agências de inteligência dos EUA estimam que em torno de 7 mil dos 23 mil extremistas violentos que operam na Síria sejam combatentes estrangeiros, incluindo dezenas de norte-americanos.

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