Palácio do Planalto pode ter estrutura tombada modificada com a colocação de torres anti-drones
Agência Brasil
Palácio do Planalto pode ter estrutura tombada modificada com a colocação de torres anti-drones

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governo Bolsonaro , comandado pelo General Heleno , está preocupado com possíveis ataques utilizando drones. Um contrato no valor de R$ 2,49 milhões foi realizado para implementar torres anti-drones na área dos palácios do Planalto, Alvorada e Jaburu.

A empresa contratada precisa instalar grandes antenas nas lajes dos atuais locais de trabalho e moradia do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e do vice Hamilton Mourão. No entanto, o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) é contra a obra para proteger as obras de Oscar Niemeyer.

Está previsto no projeto a instalação de uma antena com 20 metros de altura no Palácio do Planalto. Já a Alvorada e o Jaburu teriam uma de 6 metros, todas sustentadas por cabos.

A ideia da instalação paira desde 2017, quando objetos voadores com potencial risco foram identificados por um grupo de trabalho do GSI.

Segundo o general Luiz Fernando Estorilho Baganha , secretário de Segurança e Coordenação Presidencial do GSI , na área onde estão os palácios, “o aparecimento de drones está se tornando corriqueiro e demonstrando uma vulnerabilidade para a atividade de segurança das mais altas autoridades do Poder Executivo”.

Apesar do GSI pressionar o Iphan , o órgão anda segue resistente quanto a instalação das torres anti-drone . Segundo o jornal Metrópoles, pessoas envolvidas no processo e contratação da empresa teriam se antecipado e comprado os equipamentos.

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