Ministro da Defesa assina Carta Democrática Interamericana
Reprodução: Igor Soares/ Ministério da Defesa
Ministro da Defesa assina Carta Democrática Interamericana

O Ministério da Defesa assinou nesta quinta-feira, ao lado de outros 20 países das Américas, um documento em que se compromete a "respeitar plenamente" a Carta Democrática Interamericana. Essa carta, por sua vez, afirma que "os povos da América têm direito à democracia e seus governos têm a obrigação de promovê-la e defendê-la".

Chamado de Declaração de Brasília, o documento foi assinado ao fim da Conferência de Ministros de Defesa das América (CMDA), que está sendo realizada em Brasília.

No texto, os países também afirmam que a invasão da Ucrânia não é o "meio legítimo para resolver disputas". Entretanto, o documento traz a ressalva de que Brasil, Argentina e México consideram que a Organização das Nações Unidas (ONU) seria o foto legítimo para discutir essa questão.

Por outro lado, Estados Unidos, Canadá, Colômbia, Equador, Paraguai, Haiti, Guatemala e República Dominicana ressaltaram sua "reprovação de maneira incisiva sobre a invasão ilegal, injustificável e não provocada da Ucrânia".

A Carta Democrática Interamericana, assinada em 2001, afirma em seu primeiro artigo que "os povos da América têm direito à democracia e seus governos têm a obrigação de promovê-la e defendê-la" e que "a democracia é essencial para o desenvolvimento social, político e econômico dos povos das Américas".

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