Presidente Jair Bolsonaro
Marcelo Camargo/ Agência Brasil
Presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar e colocar em dúvida a eficácia das vacinas e afirmou que a terceira dose aplicada na população não deveria ser cobrada pelos laboratórios. Pelo seu raciocínio, se a garantia era de que bastavam duas doses para imunizar, uma dose a mais não pode ser cobrada.

Vi que o reforço para vacina (a terceira dose) pode render bilhões para os laboratórios. A Pfizer pode receber com a terceira dose US$ 26 bilhões, e a Moderna, US$ 14 bilhões, também com a terceira dose. Ora! Não é suficiente a segunda dose? Não disseram? Se tem terceira dose, tem que ser de graça. Não é direito do consumidor?", afirmou Bolsonaro, na sua live semanal da quinta-feira.

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O presidente afirmou que tem gente "de nome" que tomou a segunda dose e morreu. Ele voltou a defender o tratamento precoce e citou novamente como sua referência o Conselho Federal de Medicina (CFM). Bolsonaro continua questionando como uma pessoa vacina duas vezes contrai o vírus.

"O Conselho Federal de Medicina não foi ouvido até agora na CPI. O CFM não diz nem que sim nem que não (sobre tratamento precoce). Diz que tem que procurar o médico e, em comum acordo, tem que decidir . Agora, a maioria dos médicos que tenho conversado adota o tratamento inicial. E que não falam para não serem perseguidos."

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Bolsonaro repetiu suas críticas à adoção do "passaporte da vacina" e, em alusão ao Prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse que quem o acusava de ditador "hoje é quem mais faz isso.

"Daqui a pouco teremos um controle maior da população."

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