Deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ)
Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ)

Líderes da oposição pediram, nesta quarta-feira (31), que o Tribunal de Contas da União (TCU) investigue Bolsonaro por pagar R$ 1,3 milhão a influenciadores por publicidade a favor do tratamento precoce contra a Covid-19. Os medicamentos do "kit-covid" nunca tiveram eficácia comprovada.

Segundo reportagem produzida pela Agência Pública, pelo menos R$ 85,9 mil foram destinados ao pagamento de cachês de 19 influenciadores.

"É um absurdo que o Governo Federal siga patrocinando campanhas publicitárias que incentivam o suposto tratamento precoce, prática amplamente contestada pelo meio científico, sem nenhum tipo de comprovação acerca da sua eficácia", diz o texto.

A oposição diz que é "inadmissível" o gasto com este tipo de publicidade sobretudo em um momento de explosão de óbitos decorrentes da pandemia de Covid-19. O grupo pede identificação e punição dos envolvidos.

O pedido foi assinado por Marcelo Freixo (PSOL), líder da minoria na Câmara, Alessandro Molon (PSB), líder da oposição na Câmara, e pelos líderes do PT, do PSB, do PDT, do PSOL, do PCB e da Rede Sustentabilidade, respectivamente, Bohn Gass, Danilo Cabral, Wolney Queiroz, Talíria Petrone, Renildo Calheiros e Joênia Wapichana.

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