doria no senado
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doria no senado

Ao defender o empenho do poder público no combate à Covid-19 em audiência no Senado nesta segunda-feira, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disparou para todos os lados.

O tucano condenou o 'negacionismo' e a 'má conduta' do presidente Jair Bolsonaro e do Ministério da Saúde e, citando o fechamento de dois cassinos que funcionavam clandestinamente em São Paulo neste fim de semana, criticou  indiretamente o jogador de futebol Gabigol, craque do Flamengo.

"Fechamos dois cassinos em São Paulo neste fim de semana. Lamentavelmente em um deles até com pessoas que deveriam dar exemplo de conduta aos demais. E deram exatamente o pior exemplo, participando de atividade ilegal, sem máscara e com aglomeração. Não vou me referir a nomes, todos vocês acompanharam as notícias de ontem e que estão hoje nos jornais", disse Doria, afirmando que foram fechados 115 eventos em SP neste fim de semana.

"É triste verificar que diante de uma pandemia que ja levou 272 mil vidas as pessoas ainda aceitem participar desses eventos. Chamo isso de eventos da morte. Porque isso ocorre? Porque temos um presidente negacionista. Há três semanas o governo publicou edital para comprar cloroquina", disse.

Doria também comunicou a entrega de novas vacinas da CoronaVac.

"Hoje entregamos no depósito central 3,3 milhões de doses da vacina do Butantan, na quarta, depois de amanha, vamos entregar mais 2 milhões de doses, totalizando 5,3 milhões de doses em três dias. Até hj o Ministério da Saúde só possibilitou 4 milhoes de doses de vacina (Oxford?) e Astra Zeneca. Há uma má conduta do presidente, que tem desprezo pela vida, e do Ministério da Saúde".

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