Wilson Witzel
Eliane Carvalho
Governador criticou ação da PF, afirmando que foi construída com "narrativa fantasiosa".

Horas após ser alvo da Operação Placebo da Polícia Federal (PF), o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC-RJ) fez um pronunciamento no qual acusou Jair Bolsonaro de fascismo e disse que o filho do presidente, Flávio, deveria estar preso. Declaração foi dada na tarde desta terça-feira (26) no Palácio das Laranjeiras.

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O governador afirmou que a operação foi construída com uma “ narrativa fantasiosa ”. “Quero manifestar a minha absoluta indignação com o ato de violência que o Estado de Direito sofreu. Tenho todo respeito ao ministro Benedito Gonçalves, mas essa busca e apreensão foi construída com uma narrativa fantasiosa. O ministro foi induzido ao erro”, disse Wtizel , que também disse que continuará lutando contra o fascismo.

““Não abaixarei minha cabeça, não desistirei do estado do Rio e continuarei trabalhando para uma democracia melhor, continuarei lutando contra esse fascismo que está se instalando no País, contra essa ditadura de perseguição.”, afirmou.

Por fim, Witzel também atacou o senador Flávio Bolsonaro , dizendo que o filho do presidente deveria estar preso, tendo em vista as provas existentes contra ele. “O senador Flávio Bolsonaro, com todas a provas que já temos contra ele, que já estão aí sendo apresentadas, dinheiros em espécie depositado em conta corrente, lavagem de dinheiro, bens injustificáveis, ele já deveria estar preso", analisou.

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