Ronaldo Caiado
Agência Brasil
O número de casos confirmados em Goiás é 58, com uma morte.

O governador de Goiás , Ronaldo Caiado (DEM), voltou a usar suas redes sociais para criticar o que chamou de politização da crise gerada pela pandemia causada pelo novo coronavírus . Nesta segunda-feira, ele disse que só depois que a crise passar ele aceitaria "falar de política".

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"Aos que destilam ódio, peço que transformem essa energia e doem cestas básicas à OVG (Organização das Voluntárias de Goiás) e sejam voluntários dos colegas da saúde no tratamento dos pacientes de coronavírus no Hospital de Campanha. Só depois que salvarmos vidas e todo esse problema passar, aceito falar de política", afirmou o governador.

Na semana passada, Caiado rompeu politicamente com o presidente Jair Bolsonaro, de quem era aliado desde as eleições de 2018. O motivo foi o pronunciamento de Bolsonaro em cadeia nacional de rádio e TV no qual ele criticou governadores que decretaram medidas como a quarentena, o fechamento do comércio e a suspensão das aulas. Caiado foi um desses governadores.

Em outra postagem, Caiado voltou a dizer que não entrará no "jogo de politizar a pandemia".

"Estão enganados aqueles que acham que vou entrar nesse jogo de politizar a pandemia do Coronavírus. A minha meta como médico e governador é chegar ao fim desse período com o menor número possível de perdas de vidas e com maior capacidade de recuperação econômica", disse o governador.

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Segundo último levantamento divulgado pelo governo federal, o Brasil registrou até domingo 4.256 casos confirmados do novo coronavírus. Desse total, 136 pessoas morreram. Em Goiás, o número de casos confirmados é 58, com uma morte.

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