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Ex-presidente volta ao local no qual fez último discurso antes de ser preso para fazer novo pronunciamento em ato convocado por lideranças políticas

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Paulo Pinto - Fotos Públicas
Lula com aliados em palanque

Após passar algumas horas conversando com amigos próximos e apoiadores em uma sala no segundo andar do Sindicato dos Metalúrgicos , em São Bernardo do Campo, o ex-presidente Lula andou entre a multidão e subiu no carro de som preparado para discurso na tarde deste sábado (9).

Ao lado da presidente do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, do ex-prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, de Paulo Pimenta, do deputado federal Paulo Pimenta, do ex-candidato do PSOL Guilherme Boulos, da vice-governadora de Pernambuco Luciana Santos (PCdoB), da governadora do Rio Grande do Norte Fátima Bezerra, do deputado federal Marcelo Freixo e de outros nomes políticos e de movimentos sociais, o ex-presidente Lula foi recebido ao som de Brilha uma Estrela, jingle da sua campanha presidencial de 1989.

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Gleisi foi a primeira a falar antes do ex-presidente. “Há um ano e sete meses nós estávamos nesse sindicato e vocês estavam aqui firmes e fortes. Nós dissemos que resistiríamos e traríamos Lula de volta. Lula voltou”, comemorou a presidente do PT. Ela cumprimentou lideranças do PSOL e do PCdoB presentes no local.

Depois dela, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Wagnão , também fez discurso classificando Lula como “a esperança” e “o caminho”. “A liberdade de Lula não é a liberdade de um cidadão, é a liberdade de cada um de nós”, afirmou.

Ao subir no local, Lula iniciou discurso criticando o helicóptero da Rede Globo e falando sobre rotina dentro da cela da Polícia Federal. "Quando um homem tem clareza que seus acusadores estão mentindo, eu tomei a decisão de ir lá para a Polícia Federal. Eu poderia ter ido até uma embaixada, eu poderia ter ido para outro país, eu tomei a decisão de ir lá porque eu precisava provar que o juíz Moro não era juíz, era um canalha", afirmou. 


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