Ágatha morreu após ser atingida por um tiro de fuzil nas cotas
Arquivo pessoal
Ágatha morreu após ser atingida por um tiro de fuzil nas cotas

Um dia após o enterro da menina Ágatha Vitória Sales Félix, de oito anos, morta após ser atingida por um tiro de fuzil nas costas durante operação policial no Complexo do Alemão, políticos utilizaram redes sociais para prestar condolências e falar sobre violência no Rio de Janeiro.

“A morte da menina Ágatha , de 8 anos, deveria nos chocar e constranger como sociedade. É inadmissível que mais uma criança seja morta impunemente devido a uma política de segurança que cultua a violência.”, afirmou a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. O deputado federal Marcelo Freixo (Psol), utilizou as redes para prestar solidariedade à família e aos moradores de favelas do Rio.

Leia também: Policiais da ação que matou menina Ágatha devem prestar depoimento nesta segunda

Na contramão dos que criticavam o governo Witzel, o deputado federal Carlos Jordy e a deputada federal Carla Zambelli, do PSL, também consideraram a morte da menina como “triste”, mas se apressaram em relativizar ou apontar “culpados alternativos” para o ocorrido. “É canalhice colocar a culpa na Polícia e no Governo do RJ (...) E mais canalhice é o silêncio quanto à morte do Cabo Santos”, afirmou Jordy.

Até o momento, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e o prefeito da cidade, Marcello Crivella, não se pronunciaram sobre o assunto.

Confira, abaixo, o posicionamento de alguns nomes públicos sobre o ocorrido:

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Rodrigo Maia

Marina Silva


Carla Zambelli


Marcelo Freixo


Tabata Amaral


Guilherme Boulos


Gilmar Mendes


Carlos Jordy 



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