Candidato Jair Bolsonaro (PSL) teve alta da UTI do Hospital Albert Einstein nessa terça-feira (11)
Flávio Bolsonaro/Divulgação
Candidato Jair Bolsonaro (PSL) teve alta da UTI do Hospital Albert Einstein nessa terça-feira (11)

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, teve distensão abdominal (inchaço) e precisou ter a alimentação por via oral suspensa. A informação consta de novo boletim médico divulgado na manhã desta quarta-feira (12) pelo Hospital Albert Einstein, onde Bolsonaro está internado desde a última sexta-feira (8).

Vítima de ataque a faca  durante ato de sua campanha na quinta-feira passada (6) em Juiz de Fora (MG), Jair Bolsonaro voltou a ser alimentado por via oral nessa terça-feira (11), mesmo dia em que teve alta da unidade de terapia intensiva (UTI) do hospital. Mas a dieta a pão e suco precisou ser suspensa devido ao surgimento da distensão abdominal e, assim, será retomada até próxima avaliação a alimentação endovenosa, que é a injeção de nutrientes diretamente nas veias.

De acordo com a equipe médica responsável pelo candidato, o estado de saúde de Bolsonaro "continua estável, sem febre ou outros sinais de infecção". O boletim assinado pelo cirurgião Antônio Luiz Macedo, pelo clínico e cardiologista Leandro Echenique e pelo diretor do hospital, Miguel Cendoroglo, também informa que os exames laboratoriais do candidato "permanecem estáveis".

Bolsonaro já  teve a sonda nasogástrica retirada e realiza fisioterapia, com caminhada e exercícios respiratórios, desde o último sábado (8). No início desta semana, o hospital informou que será necessária "nova cirurgia de grande porte posteriormente" para reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia.

O ataque a Jair Bolsonaro

O ex-capitão do Exército foi esfaqueado por Adelio Bispo de Oliveira, de 40 anos de idade, durante ato de sua campanha na região central de Juiz de Fora, no último dia 6. O suspeito foi preso em flagrante e hoje está em isolamento em presídio federal de Campo Grande (MS) por determinação da Justiça.

O agressor de  Jair Bolsonaro   disse que agiu por razões religiosas e negou ter recebido ajuda para efetuar o ataque ao candidato. A Polícia Federal, no entanto, ainda  investiga possível envolvimento de outras pessoas  no atentado. Adelio Bispo de Oliveira foi indiciado por prática de "atentado pessoal por inconformismo político" com base em artigo 20 da Lei de Segurança Nacional.

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