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Presidente fez tal declaração em um discurso, feito nesta terça-feira, na cerimônia de abertura do Fórum de Investimentos Brasil 2018, em São Paulo

Presidente Michel Temer havia demonstrado convicção de que a greve dos caminhoneiros seria encerrada hoje
Alan Santos/PR - 28.5.18
Presidente Michel Temer havia demonstrado convicção de que a greve dos caminhoneiros seria encerrada hoje

O presidente da República, Michel Temer, destacou a importância do diálogo para a democracia e disse, nesta terça-feira (29), que quando “alguns” ameaçam não querer o diálogo e parar o Brasil, é preciso exercer “a autoridade” para preservar os direitos da população.

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“O diálogo é da própria essência da política e da democracia. É, aliás, sua fortaleza. Quando alguns rejeitam o diálogo e tentam parar o Brasil, exercemos a autoridade para preservar a ordem e os direitos da população, mas antes disso, um diálogo é fundamental, leve quanto tempo levar”, disse Michel Temer .

A declaração do presidente foi feita hoje na cerimônia de abertura do Fórum de Investimentos Brasil 2018, em São Paulo, mesmo dia em que o País enfrenta o nono dia de consequência da greve dos caminhoneiros. 

Em seu pronunciamento, Temer acrescentou ainda que alguns confundem a vocação para o diálogo com uma eventual leniência política o que, na verdade, é exatamente o oposto.

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Temer 'ressuscita' o tema reforma da Previdência

Ainda em seu discurso, o emedebista relembrou um teme que já estava ficando para o passado: a reforma da Previdência.  Temer  declarou que, apesar de ter saído da pauta legislativa, a reforma continua na agenda política.

“Ninguém chegará ao fim deste ano, ou do ano que vem, sem realizar a reforma previdenciária. Por isso, as próximas eleições serão distintas das que tivemos desde a redemocratização”, afirmou.

Para o presidente, os assuntos tidos como fundamentais serão levados em conta pelos eleitores brasileiros. "[Eles exigirão] posições claras, planos de governos, propostas concretas e resultados”, disse. “Os brasileiros vão querer saber se os candidatos se comprometerão com o equilíbrio fiscal ou se aceitaram inflação alta e juros elevados”, acrescentou Michel Temer .

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* Com informações da Agência Brasil.

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